Sistema Eletrônico de Administração de Eventos - UERGS, 6º Seminário Institucional Pibid-Avaliação e processos inclusivos: potencialidades e experiências no Pibid Uergs

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SOMOS DIFERENTES?
Ana Paula Rosa de Moraes, Vera Lúcia Alves Ribas, Tatiana Luiza Rech, Rosangela Nascimento

Última alteração: 2017-09-04

Resumo


SOMOS DIFERENTES?

RIBAS, Vera1

MORAES, Ana Paula R.2

RECH, Tatiana Luiza3

 

A partir das práticas realizadas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que objetiva promover a reflexão dentro da sala de aula, criamos o Projeto “Somos Diferentes?”, envolvendo alunos do 4º Ano do Ensino Fundamental da Escola Margarida Pardelhas, no município de Cruz Alta, RS. As atividades foram realizadas em três aulas, durante o primeiro semestre de 2017, e tiveram como ponto de partida a contação das histórias “Branca Cega de Neve”, “João Sem Braços e o Pé de Feijão” e, por fim, “Pinóquio das Muletinhas”, todas do autor Cristiano Refosco. Através das histórias, trabalhamos as diferenças de uma forma lúdica, usando personagens conhecidos, mas, que, neste contexto, apresentam alguma deficiência. Foram propostas atividades que provocaram a discussão entre os alunos a respeito das diferenças que possuímos e, ao mesmo tempo, que os fizeram perceber o quanto a falta de acessibilidade e o preconceito dificultam a vida de qualquer pessoa. Na primeira história “Branca Cega de Neve”, ressaltamos como a menina desenvolveu outros sentidos que compensavam a falta da visão. Na segunda “João Sem Braços e o Pé de Feijão”, mostramos que a deficiência do menino — que não possuía os braços —, não o impedia de realizar suas tarefas, pois ele desenvolveu habilidades de apoio com a boca e com os pés. Na última história “Pinóquio das Muletinhas”, trabalhamos com os alunos a importância da acessibilidade e da adaptação de materiais e propomos reflexões que envolveram a turma toda. Tais atividades objetivaram a conscientização acerca da inclusão das pessoas com deficiência em nossa sociedade, bem como sobre a necessidade de respeitarmos as diferenças de todos, tanto na escola como fora dela. Ao final do projeto, alcançamos o nosso objetivo principal, ou seja, conseguimos mostrar o quanto a pessoa com deficiência é capaz e, ainda, que a acessibilidade e o respeito fazem toda a diferença para as nossas vidas.

 

 

Palavras – chave: Inclusão. Deficiência. Acessibilidade. Superação. Respeito.

 

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1 Acadêmica do Curso de Pedagogia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, Unidade em Cruz Alta 2. Acadêmica do Curso de Pedagogia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, Unidade em Cruz Alta 3. Professora orientadora. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, Unidade em Cruz Alta.


Palavras-chave


Inclusão. Deficiência. Acessibilidade. Superação. Respeito.

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